A libélula chega dançando mansa sobre a piscina. Ameaça o equilibrio do corpo que bóia de maiô preto. A libélula se aproxima, salpica a água, contorna a moça, começa pelos pés. Joelho, quadril, cintura, ombros. Chega ao ouvido, se demora mais um instante, sussurra dois saltinhos. Oferece mais um e a moça consente com a cabeça. Na testa e a moça se desequilibra, balança, entorna duas gotas, encontra o chão com os pés - perde o jogo.