Os meninos andam em círculos pelas árvores. Têm faces sardentas, mãos rudes, olhos intactos, pênis delicados. Suspiram ares salgados e portas fechadas. Encontram o vento, levam presentes. Entoam o coro: "então nós vencemos, o perdido vive sob o mar, somos vento. Então, meu amor, feche os olhos". O vento se cala enlutado em choramingo contínuo, semitonado, imperceptível.