Você me cobre o frio? A mudez? O calor? Você me cobre o rosto? Você me cobre os olhos? E se for mesmo bonita a falta? Você me cobre o vento? O dorso? O volume, o império? Você vem com flores? E eu deito um pedido branco-eterno, uma espera inconformada, uma esperança insatisfeita sob tecido em forma de noite. Eterna. Muda.